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Cant catch me Im syntax free I dont invest In what is best Your once and for all Means shit to me Hate translator Hate translator Hate translator Cant catch me Im syntax free Dont be alarmed Dont be alarmed Dont be alarmed Its only me Come back in my arms The ineffable me __



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Pushing Daisies (visto num dia de mau-humor)

 

         A fórmula de Pushing Daisies é igual a uma torta de frutas: doce e aparentemente suculenta no começo mas enjoativa antes do fim. O ar sonhador do casal protagonista enche o saco e é uma coisa insossa. Como um casal que não faz sexo (se ele a tocar, ela morre) pode ser feliz? E o ator principal, Lee Pace, é meio canastrão e afetado demais. Parece alguém prestes a sair do armário.

          O visual é legal, mas é uma cópia descarada de Amélie Poulain. Pushing Daisies estreou na década errada. Devia ter sido lançado no início dos anos 90, quanto começou o temor da Aids e todo mundo precisava ser conscientizado sobre sexo seguro. O seriado parece cheio de indiretas sobre o uso da camisinha. Ned beija a namorada enfiado dentro dum saco plástico. Ou então, ela o beija usado um filme de PVC.

          As intrigas policiais de Pushing Daisies são óbvias demais. Qualquer criança de 5 anos é capaz de desvendar o “mistério” antes da conclusão. Sem falar que banalizaram a morte. Esse negócio de ficar trazendo os mortos de volta à vida toda hora acabou com a importância da morte. Morte nos seriados é coisa séria. Faz chorar, provoca inconformismo. Acho que vou voltar a ver Supernatural...



- Escrito por: Fernando às 20h38
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Pushing Daisies

         Realmente gostei desse seriado Pushing Daisies, que estreou hoje na Warner. Curto seriados meio viajandões, que misturam realismo fantástico, escapistas mesmo. Todo mundo disse que é uma mistura de Amélie Poulain com Peixe Grande e um caldeirão de outras coisas. E é mesmo. Mas vendo o primeiro episódio, me veio à cabeça os filmes do Jorge Furtado, especialmente O Homem que Copiava, por causa daquelas entrelinhas didáticas que interrompem a narrativa. Pushing Daisies é cheio disso. Às vezes irrita, mas por enquanto não.

         O protagonista, Ned, que traz mortos à vida com um toque e precisa matá-los com um segundo toque em até um minuto depois da ressurreição (caso contrário, outra pessoa morre no lugar), disse algo que me lembrou o personagem do livro Crime e Castigo, do Dostoievski. Ned diz que o gordo ladrão da funerária merecia ter morrido. Ele morre sem querer quando Ned traz de volta sua amada assassinada e resolve mantê-la viva. No livro, o rapaz assassina uma velhota inescrupulosa achando que está fazendo um bem à humanidade. Meio politicamente incorreto (o que significa, num marasmo caótico de seriados, bom).

         A questão é que essa brincadeira de “ser Deus” diverte, aliada a uma série de outras coisas (visual impecável, boas atuações e roteiro convincente). E eu perdia meu tempo assistindo a Supernatural...



- Escrito por: Fernando às 22h43
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Comprimido

Olha um dos requisitos para uma vaga de webwriter em SP:

Lealdade, honestidade e sinceridade.

Acho que quem colocou o anúncio tá procurando um(a) namorado(a). Não é possível....



- Escrito por: Fernando às 15h19
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