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Cant catch me Im syntax free I dont invest In what is best Your once and for all Means shit to me Hate translator Hate translator Hate translator Cant catch me Im syntax free Dont be alarmed Dont be alarmed Dont be alarmed Its only me Come back in my arms The ineffable me __ |
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Doce deletério
Babe Star Wars, tipo Muppet Babies, mas com formato
- Escrito por: Fernando às 13h56 [ ] [ envie esta mensagem ] Pegação na snack culture Snack culture: cultura aos pedaços. Esse termo, difundido pela revista Wired, “define” a aceleração do acesso à informação e do consumo, essa instantaneidade criada pela revolução tecnológica. Ou seja, é tanta informação e tão rápido que, se bobear, você acaba ficando sem saco de ver um filme inteiro ou ouvir uma música até o final porque não quer perder tempo e quer outras coisas. Prova disso é que estão rolando até miniversões de músicas e filmes na net. Se a moda pega, dá pra prever como seriam os relacionamentos versão snack culture. A ficada seria radicalizada. Seria algo parecido com a pegação de carnaval. Beijos e amassos rápidos. No máximo, uma rapidinha. Ou melhor (ou pior), rapidíssima, outra conseqüência da snack culture. A rapíssima seria mais indicada pra quem sofre de ejaculação precoce. O namoro seria curioso. Com duração de um ou dois no máximo (mais que isso enjoa), seria uma verdadeira maratona. Uma rapidinha, ops, rapidíssima no banco traseiro do carro, outra no motel, um breve passeio no parque, um pulo na casa da namorada pra conhecer a sogra (na hora do café de preferência, porque almoço e jantar demoram demais). Filme no cinema ou DVD no sofá não rola. No máximo, um trailer no Youtube. Pense nesse namoro como se fosse um zapping pelos canais de TV. Snack-namoros seriam bons pra caras que nunca se cansam da balada. Dá pra passar o rodo e ainda se gabar porque “namorou” várias garotas. Já as garotas continuariam a ser chamadas de galinhas, só que com uma freqüência ainda maior. Afinal, o mundo é machista mesmo. Terminar o namoro é a parte mais legal. Você tem várias desculpas pra dar à garota: “foi bom enquanto durou”, “sou jovem e tenho várias snack girls pra conhecer ainda” ou “a sociedade/mídia me fez assim”. E tem o casamento. Esse já não é novidade. A Britney Spears foi a precursora do casamento versão snack culture. Durou apenas 55 horas. Não é aconselhável. Contra a maré: o slow moviment, tema do livro Devagar, do Carl Honoré, uma desaceleração da cultura. Parece utopia, mas esse movimento existe. Ou existia, há alguns minutos. Rs. - Escrito por: Fernando às 19h58 [ ] [ envie esta mensagem ] |