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Cant catch me Im syntax free I dont invest In what is best Your once and for all Means shit to me Hate translator Hate translator Hate translator Cant catch me Im syntax free Dont be alarmed Dont be alarmed Dont be alarmed Its only me Come back in my arms The ineffable me __ |
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Cristiny On Line
Elô Eternamente
Foi mal Antecipei no blog a data do aniversário de 30 anos de Star Wars IV. O niver foi ontem (25). Mas tudo bem. Pelo menos é um pretexto pra falar mais de Star Wars. Olha essa exposição, The Vader Project. link
- Escrito por: Fernando às 18h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Lapso
A loira do bar (nano version) Ela ali. Ele sem carro. Trocaram celulares. A loira do bar (smart version) Havia meia-dúzia de pessoas no bar. Chegou uma loira. Nada daquelas loiras joviais e boazudas que chamam a atenção por onde passam. Era uma coroa. Beirava os quarenta. Pediu uma cerveja. Pouco tempo depois, estava a loira sentada dentro do bar, envolvida com seus amigos de copo: um tiozinho miúdo e um juiz velho abonado. Pra quem será que ela ia dar? Ela ia dar para o rapaz boa pinta de olhos verdes que subia a rua e a viu sentada no boteco, que imediatamente identificou a frágil senhora disfarçada de mulher e seus olhos suplicantes. O rapaz pediu uma das botas dela, encheu-a com cerveja e bebeu tudo, quase de uma golada só. Saíram do bar. Ele estava sem carro. Ela também. Ela disse que morava com os pais. Trocaram celulares. A transa ficaria só para o dia seguinte. - Escrito por: Fernando às 12h26 [ ] [ envie esta mensagem ] A loira do bar (full version) Era tarde. Uma fria noite de sexta-feira. Havia meia-dúzia de pessoas no bar. Um barzinho de esquina no alto da rua. Um casal ocupava uma das mesas da calçada. As outras estavam vazias. Um tiozinho miúdo, banguela, freqüentador assíduo do boteco, tomava cerveja dentro do lugar, sentado numa cadeira desgarrada das mesas. Um velho juiz, sentado a sua frente, era seu companheiro de copo. No balcão, dois peões de obra se revezavam entre pinga e cerveja.
Chegou uma loira. Nada daquelas loiras joviais e boazudas que chamam a atenção por onde passam. Era uma coroa. Beirava os quarenta. A cabeleira era frisada e descuidada. O rosto pálido, quase sem maquiagem, segregava delírios e desilusões de uma mulher que sabia que seu prazo de validade havia vencido. Sentou-se numa mesa do lado de fora. Pediu uma cerveja.
O que a teria feito sair sozinha e parar num bar quase vazio? Será que não tinha família? Será que não tinha filhos? Marido? Namorado? Namorada? Não usava aliança. Quão desesperada devia estar? Expor-se ali, daquele jeito. Parecia suplicar por um pouco de convívio, colocando-se à disposição naquele bar soturno, onde as chances de encontrar um bom partido eram praticamente nulas. Estaria ela tão perdida ao ponto de dispor-se num lugar tão sem oportunidades? Talvez fosse só uma mulher desprendida das amarras sociais, querendo tomar uma cerveja e depois voltar para a casa.
Pouco tempo depois, estava a loira sentada dentro do bar, envolvida não talvez no círculo que desejasse, mas no círculo que havia ali, o único. Era isso ou nada. A coroa falou de sua viagem para São Tomé das Letras. Falou que já foi casada. Falou que morou na Europa. Cantou Janis Joplin e Raul Seixas. Seus amigos de copo, o tiozinho miúdo e o juiz velho, tentaram acompanhar. Eles cantaram música sertaneja. Ela tentou acompanhar.
Será que a loira ia dar para o juiz abonado ou para o tio sem dente? Ou para um dos rapazes do balcão que observavam tudo? Não. Ela ia dar para o rapaz boa pinta de olhos verdes que subia a rua e a viu sentada no boteco, que imediatamente identificou a frágil senhora disfarçada de mulher e seus olhos suplicantes.
O rapaz era amigo do dono do bar. Entrou e interagiu com o trio. Fã de rodeios e música sertaneja, cantou moda de viola com seus adversários. A loira, que tinha pedido a Deus por um momento daquele, amargurada e retraída pelos golpes da vida, relutou em aceitar aquele rapaz que se exibia para ela. Só amoleceu depois de mais uns copos de cerveja e de algo que ela nunca imaginaria. O rapaz pediu uma das botas dela, encheu-a com cerveja e bebeu tudo, quase de uma golada só.
Saíram do bar. Ela, com um dos pés encharcados. Ele, sorridente. Beijaram-se. Beijaram-se muito. Ele estava sem carro. Ela também. Os olhos dele aumentaram quando a coroa disse que morava ali perto, mas diminuíram quando ela disse que morava com os pais. Trocaram celulares. A transa ficaria só para o dia seguinte. - Escrito por: Fernando às 10h03 [ ] [ envie esta mensagem ] Doce deletério
Star Wars versão filme mudo. Hilário.
- Escrito por: Fernando às 11h22 [ ] [ envie esta mensagem ] |